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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Reforma do RS coloca Eduardo Leite no holofote

Vera Magalhães

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Com a indefinição de nomes no centro político para 2022, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), entrou em evidência depois de um primeiro ano de mandato bem-sucedido em melhorar a situação do Estado, um dos mais complicados do ponto de vista fiscal no Brasil, e por ter conseguido negociar a votação de uma reforma da Previdência em pleno recesso parlamentar.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite Foto: Isac Nóbrega/PR

Começam a pipocar prognósticos que colocam Leite, 34 anos, na lista de potenciais presidenciáveis para 2022, situação que pode deflagrar uma disputa no PSDB, uma vez que João Doria Jr. já trilha esse caminho há mais tempo, e com mais apetite.

Economistas liberais passaram a enaltecer a qualidade da gestão fiscal do governo gaúcho, e o case da reforma da Previdência agora em discussão. No primeiro ano ele também conseguiu avançar na pauta de privatizações do Estado.

Em entrevista à rádio Guaíba, no fim de semana, ele disse que seria “hipocrisia” dizer que não pensa em novos horizontes na política, deixando em aberto a possibilidade de disputar a Presidência, mas afirmou que a prioridade é governar o Rio Grande do Sul.