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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Rio vira ringue para PSL e PSC

Equipe BR Político

Antecipando as eleições municipais de 2020 e as presidenciais de 2022, desde o início da semana, o Rio de Janeiro tem sido palco de uma disputa entre o governador Wilson Witzel (PSC) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho e representante do presidente Jair Bolsonaro no ringue.

Além disso, o partido do presidente também tem um caso doméstico para resolver, já que a decisão de deixar a base do governo fluminense e de entregar os cargos que tem na gestão não caiu bem aos parlamentares que estão nesses postos e que convocaram Flávio para uma reunião na próxima semana. Eles defendem a manutenção dos cargos. O grupo também vai abordar a conduta dos deputados estaduais nas votações do governo, de acordo com o Globo.

De volta ao ringue, após o rompimento entre o PSL – que parece ser mais uma vontade individual de Flávio – e Witzel, ambos “injetaram gás” na busca pelo apoio de prefeitos. O objetivo é ir atrás de políticos com alguma chance de reeleição no ano que vem ou costurar alianças para ajudar no caminho para o pleito de 2022. De um lado, Witzel tem se reunido com alguns nomes no Guanabara e já garantiu a filiação de Miguel Pereira, Paty do Alferes, Itatiaia, Três Rios, Pinheiral, Barra Mansa e Paulo de Frontin.

De outro, Flávio tem a missão de evitar que o governador continue ganhando terreno no berço eleitoral do pai, onde o PSL, por enquanto, não comanda prefeituras. Nas redes sociais ele se aproximou do prefeito de Itaboraí, Sadionel de Oliveira (MDB).

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