Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Economia da Previdência só depois do negócio fechado

Equipe BR Político

Apesar de indicar que economia aos cofres públicos será entre R$ 860 e R$ 870 bilhões em dez anos com atual texto da reforma da Previdência, Rogério Marinho, Secretário Especial de Previdência e Trabalho, ressaltou que as projeções só serão refinadas após a aprovação da PEC em dois turnos. De fato, como já se viu até aqui, em sete meses de tramitação, a estimativa de economia já foi alterada diversas vezes.

Rogério Marinho, secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, em seu gabinete de trabalho

Rogério Marinho, secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, em seu gabinete de trabalho. Foto: Dida Sampaio/Estadão

“Até porque ele (o texto) poderá sofrer alguma alteração. Vamos aguardar, é prudente”, declarou nesta terça-feira, 1, a jornalistas presentes no Senado Federal.

O secretário ainda citou outros projetos que trazem economia estratégica, como a Medida Provisória 871, que combate a fraudes no INSS, e a Lei 13.876/2019, que garante a arrecadação de contribuições sociais em ações e acordos trabalhistas.

“O impacto fiscal dos projetos que já citei são extremamente importantes, eu diria até que bem acima da expectativa do mercado, de muitos observadores do cenário político no início do ano”, acrescentou Marinho, que estimou economia com as duas medidas em R$ 200 bilhões em dez anos.