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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Sara Giromini também fora do YouTube

Equipe BR Político

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O YouTube informou nesta terça, 18, que encerrou a conta da militante de extrema-direita Sara Giromini após ela divulgar em seu canal o primeiro nome de uma criança estuprada de 10 anos e o local onde a garota foi submetida ao procedimento abortivo previsto em lei, em Recife. Em nota, a plataforma informou que “tem políticas rígidas que determinam os conteúdos que podem estar na plataforma” e que derruba “qualquer canal que viole repetidamente nossas regras”. O Facebook, o Instagram e o Twitter fizeram o mesmo, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

A militante de extrema-direita Sara Giromini Foto: Dida Sampaio/Estadão

O artigo 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que o “direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais”.

Sara é é investigada nos inquéritos que apuram a disseminação de notícias falsas contra autoridades e o financiamento e organização de atos antidemocráticos, ambos em curso no Supremo Tribunal Federal.

Nesta manhã, o PicPay, aplicativo de pagamento online, também informou que bloqueou a conta da extremista.

 

 

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