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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Sem Aliança e expurgados no PSL, bolsonaristas podem ‘sumir’ na Câmara

Marcelo de Moraes

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A constatação feita por Jair Bolsonaro que o Aliança Pelo Brasil não deverá ser oficializado em 2020 vai deixar em situação difícil os integrantes de sua bancada da Câmara dos Deputados. Sem a criação do Aliança, o grupo segue filiado ao PSL para não perder o mandato por infidelidade partidária. Só que a suspensão que foi aplicada ao grupo pela Executiva Nacional do PSL fez com que o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) perdesse a liderança da bancada. A deputada Joice Hasselmann (SP) o substituiu na liderança e não vai indicar nenhum desses parlamentares para comissões importantes da Câmara.

Sem poder usar a vitrine do novo partido e expurgados dentro do PSL, a bancada bolsonarista corre risco real de sumir dentro do Congresso. Até o ano passado, ocuparam espaços nobres. Eduardo presidiu à Comissão de Relações Exteriores, por exemplo. Já a deputada Bia Kicis (DF) era a vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Agora, os não bolsonaristas terão prioridade dentro do partido.

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