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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Simone e Alcolumbre disputam apoio por 2ª instância

Gustavo Zucchi

Na tentativa de barrar a votação do projeto de lei que altera o Código de Processo Penal para permitir prisões após condenação em segunda instância na Casa legislativa que ele próprio preside, Davi Alcolumbre (DEM-AP) espera que um acordo entre as lideranças partidárias priorize a PEC que tramita na Câmara. Mas a principal defensora da mudança no CPP, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), tem também líderes para chamar de seus. Onze lideranças do Senado, entre líderes de partido e de blocos parlamentares, assinaram o manifesto em que pedem para que a mudança no CPP seja votada ainda nesta ano na Casa Legislativa.

Assinaram o pedido os líderes: Major Olímpio (PSL), Eliziane Gama (Cidadania), Randolfe Rodrigues (Rede), Leila Barros (PSB) , Telmário Mota (PROS), Álvaro Dias (Podemos), Jorginho Mello (PL) e Zequinha Marinho (PSC). Além disso, Wellington Fagundes, que lidera o bloco DEM/PL/PSC, Rodrigo Cunha, líder do bloco PSDB/PSL, e Esperidião Amim, cabeça do bloco MDB/PP/Republicanos, deixaram seus nomes no manifesto. Na última quarta-feira, ao ser questionado sobre o apoio de senadores à alteração no CPP, Alcolumbre disse que contava com o acordo das lideranças e que, caso os comandados não estivessem satisfeitos, que se candidatassem ao posto de líder em 2020.