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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Sinais de pressão sobre Guedes

Vera Magalhães

Uma semana depois de o Estadão mostrar, na coluna de Adriana Fernandes, as pressões sobre o ministro Paulo Guedes no entorno presidencial, voltam a pipocar no noticiário informações que mostram que o “posto Ipiranga” já não goza de carta branca ilimitada junto ao presidente.

No próprio Estadão, reportagem aponta que o ministro pediu mais tempo para mostrar uma recuperação mais vistosa da economia. O balanço interno da própria equipe mostra que o haveria 68 ações concluídas, mas existe o diagnóstico de que é preciso coordenar melhor as iniciativas numa pasta que ficou muito grande e intensificar a articulação política. O ministro percebeu o “fogo amigo” a que está submetido e se movimenta politicamente para se contrapor a ele.

Na Folha, outro texto informa que Guedes já não é o único conselheiro que Bolsonaro escuta na área econômica. Onyx Lorenzoni teria sido o responsável por convencer Bolsonaro a abrir o leque, e agora o titular da Casa Civil, juntamente com Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Augusto Heleno (GSI), forma o “triunviratotriunvirato” de conselheiros alternativos.