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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

TCE’s plagados de afilhados políticos

Equipe BR Político

Um levantamento do cientista político Audálio Machado de 2017 mostra que 126 de 186 conselheiros de Tribunais de Contas dos Estados tinham origem política e vinham de cargos eletivos ou de direção e assessoramento nos governos estaduais. Outros nove foram nomeados pelas relações familiares.

A Constituição prevê que os tribunais estaduais serão compostos por 7 conselheiros, 3 deles indicados pelo governador, respeitando a regra de que 1 precisa ser auditor e outro, membro do Ministério Público de Contas. As 4 demais vagas são recomendadas pela Assembleia Legislativa. Na prática, o governador tem apenas 1 vaga de livre escolha, mas nem sempre isso é respeitado. O colapso financeiro nos Estados acabou expondo a “maquiagem” nos números avalizada pelos Tribunais de Contas e jogou os holofotes sobre a fiscalização precária exercida pelas Cortes estaduais, informa o Estadão.

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