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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Transferência de Adélio impediria ‘desinternação antecipada’

Equipe BR Político

O Ministério Público Federal defendeu a transferência de Adélio Bispo de Oliveira do Presídio Federal de Campo Grande, onde o esfaqueador de Bolsonaro está detido desde o atentado, ocorrido em setembro de 2018. De acordo com a Procuradoria, a unidade prisional “não possui aptidão para execução de medida de segurança imposta pela Justiça”. Por isso, segundo manifestação da Procuradoria, a permanência de Adélio no presídio afronta a lei, informa o Estadão.

O então candidato à Presidência Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, no dia em que levou a facada

O então candidato à Presidência Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, no dia em que levou a facada Foto: Fábio Motta/Estadão

Segundo o Ministério Público Federal, o Departamento Penitenciário Federal, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, informou que todas as unidades da União contam apenas com serviços de saúde de baixa e média complexidade, o que não é o caso de Adélio.

O parecer do MPF  diz ainda que “o que se pretende é salvaguardar a própria sociedade, permitindo que profissionais capacitados examinem continuamente a evolução da doença mental e da periculosidade de Adélio, de modo a impedir a sua desinternação antecipada”.