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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

TSE rejeita coleta de novas provas contra chapa Bolsonaro-Mourão

Equipe BR Político

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O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luis Felipe Salomão, rejeitou na quarta-feira, 4, pedido da coligação Brasil Soberano (PDT/Avante) para coleta de novas provas em uma das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pedem, na corte, a cassação da chapa presidencial formada por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.

O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão

O presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão Foto: Reprodução/Twitter Hamilton Mourão

Em outra Aije contra a chapa eleita em 2018, apresentada pela mesma coligação, Salomão considerou o processo concluído e pediu inclusão na pauta de julgamentos do TSE. A definição de uma data dependerá do presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso.

Bolsonaro e Mourão são alvos de quatro ações que apontam supostas irregularidades na contratação do serviço de disparos em massa de mensagens via WhatsApp durante a campanha eleitoral.

Os processos corriam conjuntamente, mas Salomão considerou mais adequado dar andamento às duas apresentadas pela coligação Brasil Soberano (PDT/Avante), uma vez que as outras duas ações protocoladas pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/PROS) aguardam definição sobre compartilhamento de dados de inquérito que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) e apura ofensas a ministros daquela Corte.

Nas duas que seguem, PDT e coligação se baseiam em reportagem da Folha de S.Paulo, segundo a qual empresários que apoiam Bolsonaro contrataram serviços para envio em massa de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.

Em aguardo no STF

As duas ações que tramitam no STF foram apresentadas, em 2018, pela coligação que teve Fernando Haddad (PT-SP) como candidato à Presidência. A alegação é de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Essas duas ações dependem da liberação de informações do relator do caso no STF, ministro Alexandre de Moraes.

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