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por Marcelo de Moraes

Vitrine de Covas, entrega do novo Anhangabaú é adiada pela 10ª vez

Equipe BR Político

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O obra que tem a ambição de ser a marca da curta gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB), a reforma do Vale do Anhangabaú, teve sua entrega adiada pela décima vez. O Estadão informa que a conclusão era prevista para esta sexta, 30, mas passou agora para o dia 29 de dezembro. O contrato da Prefeitura de São Paulo com o Consórcio Central é de R$ 93,8 milhões, um aumento de 17,4% no valor previsto inicialmente. A remodelação do espaço tem custado ainda críticas contundentes dos adversários do prefeito em sua campanha pela reeleição.

Vale do Anhangabaú, visto a partir do Viaduto Santa Ifigênia, em São Paulo. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Em setembro, o consórcio (formado pelas empresas FBS Construção Civil e Pavimentação S.A. e Lopes Kalil Engenharia e Comércio Ltda) havia pedido prazo ainda maior, até 28 de fevereiro, em que argumentava “diversas alterações no projeto”.

A área foi concedida ao Consórcio Viaduto do Chá para fazer gestão, manutenção, preservação e “ativação” sociocultural do espaço, com a realização de apresentações musicais, workshops e oficinas. Além da área aberta do vale, a concessão inclui as Praças Ramos de Azevedo e do Patriarca, a escadaria da Rua Dr. Miguel Couto, o trecho da Avenida São João entre as Ruas Conselheiro Crispiniano e São Bento e as Galerias Formosa e Prestes Maia. O custo do contrato por 10 anos é avaliado em R$ 49,2 milhões, o que inclui despesas, investimentos e outorgas.

Em nota, a Prefeitura afirmou que a remodelação está “praticamente pronta”, mas que decidiu acatar o pedido de prolongamento da obra para garantir “a qualidade do resultado final”. Também destacou que a reabertura do espaço deve ocorrer de “forma segura, gradual e organizada”.

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