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por Marcelo de Moraes

Votação da MP do auxílio emergencial sob fogo cruzado

Equipe BR Político

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A oposição quer votar, mas aliados do governo manobram para não votar nesta sexta, 18, a Medida Provisória (MP) 1.000, que garantiu a prorrogação do auxílio emergencial até o fim do ano.

Na quinta-feira, 17, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que colocaria o texto em votação e incluiria nessa proposta o 13º aos beneficiários do Bolsa Família, após ser cobrado publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro. O deputado chamou o chefe do Planalto de mentiroso.

Uma das estratégias do Centrão é não registrar presença na sessão, para que não haja o número suficiente de deputados necessários (257) para se iniciar a reunião, registra o Estadão. Um dos argumentos na manga é o fato de o parecer de Marcelo Aro (PP-MG) ainda não ter sido apresentado. A regra é que os relatórios devem ser apresentados com 24 horas de antecedência para ter tempo hábil de avaliar.

Segundo afirma a CNN, Maia cobra um pedido público e oficial do governo para que a MP não seja votada como forma de tirar das costas qualquer acusação de que é contra o auxílio.

 

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