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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Wajngarten volta a ser o alvo

Equipe BR Político

Com a saída de Roberto Alvim do governo, o olhar da oposição volta ao caso do secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten. Na última semana, a Folha revelou que a empresa da qual Wajngarten era sócio e da qual se afastou ao ir trabalhar no governo mantém contratos e recebe verba de emissoras de TV e agências de publicidade que recebem recursos da própria secretaria. Pelo Twitter, parlamentares cobram a saída do secretário de Comunicação.

“Assim como aconteceu com o secretário de Cultura, o secretário de Comunicação da Presidência deve ser afastado por quebra de princípios constitucionais: impessoalidade e moralidade”, escreveu o deputado Fabiano Contarato (Rede-ES).

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cobrou que Wajngarten seja o próximo a ser demitido. “Depois da demissão do secretário nazista, voltamos à programação normal! Não esquecemos do escândalo de corrupção e desvio de finalidade do secretário de comunicação. Deve ser o próximo demitido imediatamente!”, escreveu. O parlamentar já anunciou que vai apresentar notícia-crime à PGR contra o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro. Além de pedir que Wajngarten seja convocação para depor na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor.

“Quando cai o secretário da SECOM do Bolsonaro?”, cobrou o vice-presidente nacional do PT, deputado Paulo Teixeira (SP).