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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Washington seria um ‘pit stop’ para Eduardo?

Equipe BR Político

O sinal do presidente Jair Bolsonaro de que poderá indicar o filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a Embaixada brasileira nos EUA despertou muita especulação no Itamaraty. Por lá, a tese que circula com mais força diz que Washington seria rota de passagem para o deputado ocupar futuramente o cargo de chanceler (caso uma eventual nomeação dessa natureza não seja vetada pela Justiça sob argumento de nepotismo). Vale lembrar que pelo destaque que teve nas viagens internacionais do pai, há muito o 03 já vem sendo chamado de “chanceler informal”.

A narrativa da tese é: manter o deputado federal no prestigiado posto por um ano e meio ou dois e, depois, fazer uma troca com Ernesto Araújo: Eduardo vira ministro e Ernesto, embaixador nos EUA. Essa movimentação toda faria parte de um plano maior: fortalecer Eduardo para liderar uma frente conservadora em candidaturas majoritárias, assim como Jean-Marie Le Pen fez com sua filha Marine na França, compara um embaixador, segundo a Coluna do Estadão.