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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Witzel age contra impeachment

Equipe BR Político

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), impetrou na segunda-feira, 13, um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RJ) contra a Assembleia Legislativa (Alerj) para tentar interromper o processo de impeachment que tramita contra ele.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel Foto: Governo RJ

Na avaliação da defesa do governador, a Alerj já cometeu cinco irregularidades durante a abertura do processo. Um dos argumentos é de que a comissão que analisa o pedido deveria ser composta por 18 deputados, e não 25, como é o caso. Além disso, não foi respeitada a proporcionalidade por partido, dizem os advogados.

A Alerj informou que, até o início da noite desta segunda-feira, não havia sido notificada sobre a medida impetrada por Witzel.

Pelo Twitter, o governador citou ainda outros motivos. “O meu direito a defesa está prejudicado por pelo menos três motivos: a denúncia não contém provas, há indefinição sobre o rito do processo; e não está sendo observado o princípio da proporcionalidade partidária. Por isso, recorri à Justiça pedindo a suspensão do processo”, escreveu na noite de ontem.

“Assim como a Alerj tem o legítimo direito de abrir o processo de impeachment contra mim, eu, como governador e como cidadão, tenho o legítimo direito de me defender. Acontece que não é possível se defender de uma acusação sem provas”, disse.

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